O CORDÃO DE TRÊS DOBRAS


E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se
quebra tão depressa
(Eclesiastes 4:12)

E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer
em mim; Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também
eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste
(João 17:20-21)

Os textos acima falam do poder e valor da unidade da Igreja, dos irmãos em Cristo, da liderança e dos liderados. Do testemunho forte, da mensagem viva e do resultado certo: “para que o mundo creia que tu me enviaste”. Assim sendo, ao ensejo da realização de nossas assembléias, ato administrativo da igreja, busquemos a unidade:

1. Através de Jesus Cristo. Cristo é o nosso denominador comum, nosso ponto de convergência. É necessário deixarmos de lado nossos conceitos e preconceitos em função de nossa unidade em Cristo para o bom funcionamento do Corpo de Cristo que é a Igreja.

2. Através da unção de servo. Quando entendemos que somos chamados não para sermos servidos, mas servir tornamo-nos instrumentos de unidade do Corpo de Cristo. Jesus é nosso modelo, exemplo de vida e unção de servo. Quem não vive para servir não serve para viver, já disse alguém.

3. Através da oração. Jesus é nosso exemplo maior. Somos alvos da oração de Jesus. Precisamos orar para superarmos as barreiras que nós criamos, as criadas pelas circunstâncias e as que são impostas pelo Diabo. Como temos dificuldades nesta área de relacionamento. As mudanças de domicílio eclesiástico são provas destas dificuldades. Nem sempre as mudanças retratam um propósito de Deus. A experiência tem comprovado que as pessoas que tiveram dificuldades em suas igrejas de origem (evangélica) terão as mesmas dificuldades aonde forem.
Portanto, através da oração, buscando a misericórdia de Deus, venceremos estas dificuldades.

4. Através da frutificação. Somos chamados por Deus para produzirmos fruto, mais fruto, muito fruto (João 15). Onde fomos plantados por Deus devemos produzir. Crente que trabalha não dá trabalho. É o que se espera dos irmãos que disponibilizaram seus nomes para o oficialato e demais cargos da igreja. O presbítero é um pastor auxiliar. Precisa ter convicção de seu chamado para pregar, ensinar, visitar, aconselhar, enfim, pastorear o rebanho de Deus. O diácono servir a mesa com amor e dedicação e fazer todo trabalho que lhe atribuído. Quando todos trabalham há muito fruto.

5. Através de uma vida cheia de amor. Quando amamos estamos qualificados para vencer e estabelecer clima de unidade. O amor nos leva ao contentamento. Descontentamento é um mal tão diabólico que tem desfeito casamentos e prejudicado muito a igreja. Uma pessoa com síndrome de descontentamento nada está bom para ela, e conseqüentemente, contamina as pessoas de seu círculo de influência. Encha seu coração de amor e viva uma vida de contentamento. Aprendi estar contente, diz Paulo.

Concluindo, Deus tem nos dado uma estrutura física ampla e funcional, elementos humanos de valor, gozamos de bom conceito na sociedade mourãoense, aproveitemos tudo isto em função da causa maior, o REINO DE DEUS. O CORDÃO DE TRÊS DOBRAS NÃO SE QUEBRA COM FACILIDADE.

 

Pastor Lauro Celso de Souza


Fonte: Boletim Interno

 

 

 

 

 

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